A Linha Grajaú –Esmeralda da CPTM compreende o trecho da rede metropolitana definida entre as estações Osasco ↔ Grajaú.
Foi criada sobre o antigo ramal de Jurubatuba da Estrada de Ferro Sorocabana, posteriormente a Linha Sul da Fepasa. Até outubro de 2007, chamava-se Linha C–Celeste, mudando depois o nome para Linha C–Esmeralda, nome que conservou até março de 2008.

Linha Grajaú História
A linha 9 estende-se por 32,8 quilômetros de Osasco a Grajaú, passando por dezoito estações. Faz a ligação da região sul do município de São Paulo com o município de Osasco, percorrendo quase toda a extensão da marginal do rio Pinheiros. A linha foi inaugurada, já eletrificada, em 1957 pela Estrada de Ferro Sorocabana como forma de encurtar a distância entre o centro da Capital e a descida da serra feita pela linha Mairinque-Santos daquela ferrovia. Os serviços de subúrbio se iniciaram na mesma época, partindo da estação Júlio Prestes e atingindo, em algumas épocas, a longínqua estação Evangelista de Souza, no extremo sul do Município de São Paulo, quase à beira da Serra do Mar. Os trens circulavam em via única de bitola métrica e a maioria de suas estações não passavam de estruturas precárias.
Em 1971 foi incorporada à Fepasa, que passou a chamá-la de Linha Sul. No final da década, a Fepasa interrompeu os serviços suburbanos para a duplicação da via e o alargamento da bitola para 1,60 metro. Em 1981, os serviços foram reinaugurados, agora partindo de Osasco até Pinheiros, atingindo novamente a estação Jurubatuba a partir de 1987. Em 1992, foi inaugurada uma extensão operacional de Jurubatuba até Varginha, que circulou até 2001. Este trecho ainda utilizava os trilhos em bitola métrica originais da Sorocabana, mantido pela Fepasa.
A partir de 1996, a linha passou a ser administrada pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), sendo a Linha C-Celeste. Baseado em projeto originado ainda sob a administração da FEPASA, denominado “Dinamização da Linha Sul”, a CPTM, em 1998, iniciou a re-estruturação da linha, construindo mais sete estações, seis delas entre a longa distância existente entre Pinheiros e Santo Amaro, caracterizando-a com o padrão de metrô de superfície. Planejava-se então incorporá-la efetivamente à malha metroviária, passando a ser a Linha 9.
Desde outubro de 2007, a linha passou a se chamar “Linha Esmeralda” por decreto do governador José Serra, ao ser entregue juntamente com a Estação Autódromo, e passou a ser administrada de maneira conjunta pelo Metrô e pela CPTM. Em 21 de abril de 2008, como parte do projeto de expansão da linha Esmeralda para o extremo sul da capital paulista, foram inauguradas a estação Primavera-Interlagos e a estação Grajaú, além de mais 8,5 km de vias novas, reaproveitando o leito da antiga Linha Sul da Fepasa. A estação Grajaú conta com um terminal de ônibus integrado, construído simultaneamente pela prefeitura.
A linha recebeu doze trens novos de quatro carros cada, que estão em operação desde novembro de 2008. Em 2010 e 2011 recebeu mais trens de oito carros cada (dezesseis de quatro carros), devido à previsão de um grande aumento na demanda com a inauguração da Linha 4 do Metrô de São Paulo e a integração entre as duas linhas na Estação Pinheiros, aberta em junho de 2011.
Em 2013, a CPTM começou a construção de mais duas estações, a Estação Mendes-Vila Natal e a Estação Varginha, além de mais 4,5 quilômetros de vias novas em direção ao extremo sul. Quando concluído o novo trecho, a CPTM alcançará na totalidade o trajeto da antiga extensão operacional até Varginha, iniciada em 1992 pela Fepasa, pelos trilhos originais da Sorocabana.
Linha Grajaú Extensão
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, anunciou em 29 de junho de 2011 a compra de mais oito trens até 2012. Alckmin também declarou que estavam sendo licitadas mais duas estações da Linha Esmeralda: Mendes–Vila Natal e Varginha. “A Linha 9 vai receber ainda neste ano mais quatro trens, que são 32 carros, e no ano que vem mais quatro. São oito trens no total, que são 64 carros a mais. E a linha ganhará mais duas estações e seis quilômetros a mais de ferrovias. Estamos licitando agora o projeto executivo, e a obra começará no ano que vem. Então teremos as estações Mendes e Varginha”, declarou. Na sequência, o trecho Grajaú – Varginha entrou em obras de construção, com previsão inicial de entrega para 2017, mais tarde revista para 2018.
Há ainda um pedido de expansão futura dos trem metropolitanos da CPTM até o bairro de Parelheiros, sendo que a Empresa chegou a procurar um estudo de viabilidade de extensão e operação da Linha 9 até lá em 2013. Porém, tal projeto foi momentaneamente engavetado, muito devido ao fato da população local não ser tão grande, e , por conseguinte, não haver uma demanda tão crítica por transporte de massa, como nos bairros atendidos pela Linha atualmente.
Linha Grajaú Percurso
A linha tem seu início localizado no entroncamento com a Linha 8 da CPTM no município de Osasco, onde possui duas estações: Osasco e Presidente Altino. Daí em diante, as demais estações estão na capital paulista. Após a ponte Nova Fepasa sobre a Marginal Pinheiros e o Rio Pinheiros, a linha margeia o rio praticamente em todo o seu percurso, (de Ceasa até Santo Amaro) e o Rio Jurubatuba (entre Santo Amaro e Jurubatuba), afastando-se do mesmo a partir do momento em que realiza o contorno ao lado do Aterro Sanitário Piratininga para acessar a ponte que atravessa o Rio Jurubatuba.
Após cruzar o rio, a linha prossegue em direção ao sul pelo antigo leito da ferrovia que chegava até o Litoral de São Paulo, via estação Evangelista de Souza. Neste trecho a linha atinge o bairro do Grajaú, onde se localiza o ponto final da linha no Terminal Intermodal Grajaú. Após a conclusão das obras de extensão, o final da linha passará para a estação Varginha, 4,5 km ao sul.
Mapa Linha Grajaú

Horário de Funcionamento Linha Grajaú
- Segunda a Sexta das 08h às 16h30
Onde fica, Endereço e Telefone Estação Grajaú
- Parque Alto do Rio Bonito – São Paulo – SP
- Telefone: (11) 5939-3294
Mapa de localização



