Greve de motoristas de ônibus é encerrada na zona Sul de SP

A greve de motoristas de ônibus na zona sul de São Paulo foi encerrada em 19 de outubro de 2026. Segundo a prefeitura, o serviço de transporte estava totalmente normalizado às 13h50.

A paralisação começou na manhã daquele dia e envolveu linhas operadas sob gestão da empresa Transwolff. A SPTrans informou que apresentou regularidades sobre pagamentos de salários e garantias trabalhistas.

Ao todo, 34 linhas do lote D10 foram afetadas na região sul, que atende mais de 267 mil passageiros. O sistema Paese, sigla para Plano de Atendimento entre Empresas em Situação de Emergência, foi acionado durante a interrupção.

greve de motoristas de ônibus

Os trabalhadores reivindicavam pagamentos e benefícios, enquanto a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte acompanhou o caso com a SPTrans. A resposta das autoridades também incluiu medidas relativas à paralisação e à operação das linhas.

Normalização do serviço e impacto nas linhas da zona sul

Durante a paralisação, o Plano de Atendimento entre Empresas em Situação de Emergência (Paese) cobriu o transporte até a normalização das garagens. O esquema foi acionado para manter o atendimento enquanto a operação estava interrompida.



Após a greve de motoristas de ônibus, a SPTrans informou que os funcionários que não trabalharam teriam o dia descontado do salário. A medida foi comunicada pela estatal como consequência da ausência durante a paralisação.

A SPTrans também registrou um boletim de ocorrência, alegando que a mobilização não cumpriu a exigência de aviso prévio de 72 horas aplicável a serviços essenciais. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) foi procurada para fornecer mais informações sobre o registro.

Reivindicações dos trabalhadores e resposta da prefeitura

Entre as reivindicações dos trabalhadores estavam pagamentos e benefícios, incluindo plano de saúde e depósitos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Esses pontos foram apresentados pelos empregados durante a paralisação.

De acordo com a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte, o processo de contratação do plano de saúde começou em 3 de julho de 2026 e permanecia na etapa de análise das propostas. A pasta acompanhou o caso junto à SPTrans.

Enquanto o benefício não é disponibilizado, os funcionários recebem uma verba compensatória, segundo a secretaria. O órgão também afirmou que os pagamentos estão em dia e que esclarece dúvidas dos empregados.



Deixe um comentário